Tem coisas nessa vida que só nós vemos, que só nós entendemos. E tudo nessa vida é uma questão de ponto de vista.
Bem vindo ao My Little World
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Eu Sou...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Amoricídio
Dance floor
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domingo, 5 de setembro de 2010
Olimpo
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O poeta e o Destino
O poeta e o Destino
Por T.H.R. Oliveira
Uma estrela dá seu último suspiro de vida no céu
E a sua existência vira história na escuridão
O poeta escreve com a pena no papel
E a história é gravada por sua mão
Canta o trovador, canta e se vai
De suas palavras ouve-se dizer, uma velha história de amor
Uma cruel vingança
E um final de muita dor
Foi como disseram sobre o sol e a lua
Que se amaram no início dos tempos, assim
Por despertar a fúria do destino
Ficaram distantes um do outro no fim
A lua por sua vez
Curou com o mar a sua solidão
E a cada uma vez em muito tempo
A lua é forçada a admitir para o Sol a sua traição
Amantes traídos, amores sofridos
É confusa a trama desse misterioso destino
E o que ele nos reserva no futuro
O caprichoso destino revela em seu tempo de desatino
E como escreve o poeta, assim é a vida
Começa numa frase e no ponto termina
A surpresa está em ler o que vem pela frente
E o não saber é o que muito nos anima.
A Bela e a Fera

Este poema foi feito para ser uma canção. Inspirado no conto "A Bela e a Fera" e tbm na música da banda "Nightwish" chamada "Beauty and the Beast". Este poemas foi escrito como uma forma trágica de dizer que o amor jamais morre, msm q o destino seja cruel na sua maneira de separar dois amantes.
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A Bela e a Fera
Por T.H.R. Oliveira
Fera:
Na noite escura de inverno
Os ventos gelados do norte sopraram em teu ouvido
Ouvistes o canto de dor que a noite trás consigo
E mostrastes o caminho até minha morada
Lembro-me de prometer-te secretamente o meu amor eterno
Com medo de exibir meu coração despido
E você com medo de mim, como seu inimigo
Pois sou uma criatura à noite fadada
Bela:
Eu me lembro de quão doce tu eras
Seu toque suave em minha mão
Lembro-me de tuas palavras singelas
Com medo e receio da minha rejeição
Olhei além da face que me amedrontavas
E enxerguei no fundo do teu coração
Tua presença me deixava sem palavras
Pois meu amor já tinha nas mãos
Fera:
Ainda vejo em meus sonhos
Como a mais bela lembrança, a primeira vez que dançamos
Tua cabeça encostada em meu peito
E a fera em mim rugindo de desejo
Bela:
Ainda anseio pelo momento
Em que dividiremos a mesma canção de amor
Sem que desta vez haja o surgimento
Daquela que nos trará a dor
Fera:
Meu coração já não é mais humano
Eu sou uma besta das trevas
Sedento de desejos mundanos
Repugnante, não muito diferente do que eu era
Vá Bela, para longe de mim, meu ser amado
Sejas feliz com alguém que a mereça
Deixo-te como ultimo ato de humanidade, este legado
Deixe-me esquecido para que eu morra e apodreça
Bela:
Não diga isso meu amor
Pois sentirei por ti o mesmo sentimento
E sentirei por ti a mesma dor
Se para distante de ti eu for
E a rosa de sangue te levará, enfim, para longe de mim
Para um lugar onde não posso te acompanhar
A morte sempre tão cruel assim, a chegar sempre no fim
A deixar-me a completa solidão amargar
Os dois:
E para sempre o nosso amor estará em pedra gravado
E como nos amamos não será esquecido
Seremos inspiração para todo coração apaixonado
E será como se nosso amor não tivesse falecido.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Vilão ou simplesmente incompreendido?

Tem muita coisa se passando na minha cabeça nesta madrugada, talvez essa seja a razão pra eu não conseguir o meu tão desejado sono. Mas enfim, eu me pergunto se sou apenas eu que estou errado ou o mundo que decidiu evoluir as características erradas. Lembro-me de quando eu era criança. Sempre fui o mais fraco, o mais maltratado, mais odiado e rejeitado. Nunca entendi pq as pessoas me tratavam assim - as outras crianças - pois gerlamente os adultos eram o contrário comigo. Whatever, o que eu quero dizer é "Será que é tão difícil assim me compreender?", com a minha infância, ou melhor, com a minha vida toda eu parendi a ME valorizar, a ME amar acima de todas as coisas, acima de todas as pessoas - isso me lembra até uma frase do filme "Miss Simpatia" que na vedade está corretíssima: "Pessoas amam pessoas que se amam." - e é isso o que eu tento passar para as pessoas, mas ninguém entende a real naturaza desse comportamento. Ninguém entende a grandeza que é vc amar a si msm e não depender do amor de mais ninguém pra sobreviver. Me chamam de frio, imaturo, seco, cruel, maldoso e milhares de outros nomes, mas essas pessoas que se acham tão maduras por serem cegas de sentimentalismo industrial, não conseguem sequer fazer o mínimo de esforço pra tentar entender o que eu quero dizer. É muito fácil simplesmente dizer que vc é certo, só pq vc é semelhante ao resto do mundo e culpar alguém como eu com injúrias crueis resultados de um comportamento imaturo e impulsivo. Eu não sou assim, eu nem consigo ser assim. Tudo o que eu digo, tudo o que eu faço, absolutamente tudo é infinitesimalmente cauculado, pensado e repensado pra que depois, quando eu o fizer eu não me arrependa. Agora estou pensando no meu ultimo namoro - que eu não terminei - mas que chegou a um fim de um jeito ou de outro. Eu saí como o falso, mentiroso, enganador, cruel, sádico, imaturo, simplesmente pq eu disse que eu queria que ela se amasse mais do que a mim. Certa vez ela disse: "Eu te amo mais do que a minha propria vida" - se não foi isso foi algo bem próximo, eu sei que foi o suficiente pra me por em alerta. Não nasci pra lidar com neurose de ninguém - posso estar parecendo frio agora, mas o que eu quero é só o melhor pra mim, como para os outros. Eu tinha medo que a minha presença contínua gerasse uma dependência dela para comigo e que se algum dia não houvesse mais a minha presença, ela cometesse uma loucura. Então, por alguma razão do destino eu tive uma reação alérgica a alguma coisa e fiquei impossibilitado de sair - por pura e simples vaidade - pois as bolhas que nasceram no meu rosto, estouraram e viraram feridas e eu não permitia nem que meu amigos mais antigos me vissem assim, quanto mais eu sairia na rua ou deixaria que ela me visse daquele modo. O que aconteceu foi que, de repente, na mente dela eu a estava traíndo, eu não a amava mais, eu é que não queria mais vê-la etc... "Paciencia é uma virtude que não é eterna e muito menos para todos", eu, no caso, sou completamente carente de paciencia. Tento além dos meus limites engolir todos os sapos e pedras que aparecem, mas por mais que demore, se a pessoa não se toca, a minha paciencia acaba. Eu não menti quando disse que a amava. Eu podia até não sentir por ela o que uma vez eu senti por outra pessoa, o que eu ousei chamar de amor eterno, porém nunca menti quanto a isso. Eu sempre lhe dizia que amor vem com o tempo e ainda disse-lhe tudo o que eu gosto e o que eu não suporto. "Eu não suporto ser pressionando a nada, não gosto de ser forçado a nada, não gosto de ser cobrado por nada, odeio reclamações periódicas, odeio sentimentalismo exagerado, ciúmes descontrolados" entre outras coisas que eu tinha deixado claro.
Outro dia eu olhei pra um hamburguer e lembrei-me de um certo acontecimento na casa dela. Senti saudade, sim, e não é pq não gosto de sentimentalismo barato que eu não sou romântico, pois sou um romântico à moda antiga e sou muito sentimental, talvez por isso msm eu consiga logo de cara ver o que pode funcionar e o que não pode. Eu me enganei quanto a nós, pois eu achei que podia funcionar, achei que eu podia lidar com características as quais eu sempre evitei, tudo pq eu realmente a amei. Mas lógico que eu é que fui mal visto e mal interpretado, eu sou sempre o vilão das histórias, eu sou o culpado. Tudo bem. Eu não quero msm por culpa em ninguém. Muitos dos herois hj reconhecidos por nós foram mortos injustamente por perceberem algo que a maioria não entendia, comigo acontece o msm, um dia as pessoas vão olhar pra trás e ver que eu tinha razão e que eu fui injustamente tratado como o "vilão".



